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Tempus a tempus

um espírito próprio dos que vão estando a tempus, in tempus.

Tempus a tempus

um espírito próprio dos que vão estando a tempus, in tempus.

zeit und seine moment

não é novidade (nem aqui) que discutir em determinada língua, é complicado, é moroso;

com palavras aglutinadas a discussão torna-se, de mo ra da.

demo.

morada.

diabos e moradas, nos seus sítios.

o tempo, tem o seu momento, quando é percebido como forma de contagem.

de resto, ele não existe. é longo, impessoal, inexistente senão quando dizemos, fazemos, contamos, tempo.

o tempo te o seu momento. um momento, pode não ter tempo.

neenhum.

aus tor

diplomacia: a nova arma profissional.

o orgulho de um país, de uma raça, a cair com apenas uma pergunta bem colocada.

preconceito e arrogância epistemologica perante o pecado comum de que se pode ser maior que a soma das partes.

o erro não está em acreditar nisso. Está em exercer a vida dessa forma.

freemage

uma imagem numa frase e frases que são imagem de algo ou de alguma coisa, por inerência, livre na ideia a deixar ser percebida.

tens consciência disso, não tens?

aqui o que vale, é o que se consegue fazer para gerar uma mole simbólica, que se destina a criar em ti uma percepção.

o que escrevo, o que quero dizer, o que queres perceber e o que decidiste pensar que percebeste.

no fundo, é uma adaptação da vida real, silenciosa, sem nada de novo durante uma eternidade.

corr er

early warning, jazz burger, bom tempo, e trabalho, têm algo em comum: a hora local, que é a de tentativa de teste à resiliência.

foram eles, os gajos, os deuses, que por qualquer motivo não totalmente aleatório, olharam para baixo, e viram-me a tentar usar uma escada qualquer; foi num instante que decidiram carregar nas três vertentes que formam o equilíbrio de um homem normal.

"corria o Mundo por ti, mas o Mundo correu sem mim".

trabalho, intelecto e a parte emocional, tudo colocado no banco de ensaios da vida, muito acima da "red line", só porque sim, só porque podem e porque me deixei colocar a jeito.

Gilad, o do livro, tem razão: "don't be tricked by sucess". e não conhece ele a história dos caranguejos portugueses, que se encarregam sempre de puxar de novo para dentro do balde, aquele que só estava a conseguir posicionar-se para sair.

os pecados, como o do sucesso entre um grupo determinado de imbecis, e indeterminado de medíocres indiferentes à qualidade, pagam-se com dor.

é uma dor moral e psíquica; quando juntas, tornam-se naquilo que conhecemos como "profunda e esmagadora tristeza".

passei pelo meu amigo budista, que continuava publicamente os seus mantras "eu sou o Bem" e "sofro, e a dor é o meu mestre" e já nem dele consegui sugar aquele resquício de serenidade perante a adversidade, que sempre me devolvia a esperança sob a forma de miragem, na crença de que o Homem é naturalmente Bom. miragem, não. a miopia é um erro, ou acontece por desgaste do material, ou por uso, porque a matéria cedeu, ou outra coisa qualquer. 

a miopia organizacional, é uma manifestação da idade na procura deliberada da obfuscação da realidade.

bem aventurados os gajos verdadeiros e simples, que o mundo, por enquanto, míope ou não, está recheado de FdP.

o hambúrguer estava bom. 

 

corr er

early warning, jazz burger, bom tempo, e trabalho, têm algo em comum: a hora local, que é a de tentativa de teste à resiliência.

foram eles, os gajos, os deuses, que por qualquer motivo não totalmente aleatório, olharam para baixo, e viram-me a tentar usar uma escada qualquer; foi num instante que decidiram carregar nas três vertentes que formam o equilíbrio de um homem normal.

"corria o Mundo por ti, mas o Mundo correu sem mim".

trabalho, intelecto e a parte emocional, tudo colocado no banco de ensaios da vida, muito acima da "red line", só porque sim, só porque podem e porque me deixei colocar a jeito.

Gilad, o do livro, tem razão: "don't be tricked by sucess". e não conhece ele a história dos caranguejos portugueses, que se encarregam sempre de puxar de novo para dentro do balde, aquele que só estava a conseguir posicionar-se para sair.

os pecados, como o do sucesso entre um grupo determinado de imbecis, e indeterminado de de medíocres indiferentes à qualidade, pagam-se com dor.

é uma dor moral e psíquica; quando juntas, tornam-se naquilo que conhecemos como "profunda e esmagadora tristeza".

passei pelo meu amigo budista, que continuava publicamente os seus mantras "eu sou o Bem" e "sofro, e a dor é o meu mestre" e já nem dele consegui sugar aquele resquício de serenidade perante a adversidade, que sempre me devolvia a esperança sob a forma de miragem, na crença de que o Homem é naturalmente Bom. miragem, não. a miopia é um erro, ou acontece por desgaste do material, ou por uso, porque a matéria cedeu, ou outra coisa qualquer. 

a miopia organizacional, é uma manifestação da idade na procura deliberada da obfuscação da realidade.

bem aventurados os gajos verdadeiros e simples, que o mundo, por enquanto, míope ou não, está recheado de FdP.

o hambúrguer estava bom. 

 

sono ridades

fica bem assim o som dos cânticos, desalinhados por uma ordem computadorizada. 

sao os acordes da vida que nos acordam para a realidade. 

a musica, já disse, é uma manifestação divina, que cai em poucos, para bem de alguns e consumo de muitos. 

violei o princípio que o meu amigo mais velho me transmitiu: não mantive aquele nível de paranóia necessário para a manutenção da atenção aos pobres desalinhados e sem espírito.

So mais um acorde, antes de acordar a realidade é estavestragar o mundo perfeito.

trove jares

aqui nunca se sabe quem está, de onde veio, o que leu... a menos que a tecnologia atraiçoe essa obfuscação própria das redes e plataformas.

Voyerismo ou consumo de arte, literatura resultante de actos voluntários, praticados com dolo de pensamento e com consubstanciação pela palavra, que dita de outra forma, até podia ganhar peso na sonoridade, não fosse eu um surdo para a vida, cego para outrem e mudo para o sentimento.

esvaio-me, a duas horas de distância, daqui, que em tudo torna diferente, se essas horas foram percorridas a pé, comboio, carro ou avião.

não foi o tempo nem a sua medida, que me distanciaram de ti, foi a velocidade, a rapidez com que nos consumimos.

 

é por isso que escrever é tão poderoso: consegue-se violar a ética e apunhalar a moral, saindo tudo o que se queira, do plano interno, para o externo, sem acto real, se não o da escrita.

é por isso que isto aqui, como forma de expressão e expressão cultural, não sendo nada, pode ser um tudo: subversão, antagonismo, alinhamento, inconformismo.

mas é sempre criação.

meu. escrito e feito por mim, deixado como quis. 

obfusca-te aqui comigo, nestes e por esses pensamentos, que nada mais são do que exteriorizar o ser.

deixa-te estar, com esses olhos nestas letras, e na volta, diz.

que é com,o quem te diz, escreve.

 

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